Numa posição de evidente vulnerabilidade (mesmo que com muito treino), Sixto Naranjo expunha-se, diariamente, aos perigos da estrada. Acabou por morrer atropelado, no domingo de Páscoa, quando fazia um número da sua arte. Em determinado momento, provavelmente, a maioria já terá visto algo do género: vai no carro, fica preso num semáforo, e, imediatamente, para o meio da estrada vai um malabarista para entreter os condutores naqueles segundos.
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