Depois de, no ano passado, Luís Montenegro ter dito insistentemente a André Ventura que “não é não”; agora, chegou a vez do “nunca é nunca” em sentido contrário. Nas legislativas de 10 de março de 2024, uma das principais caricaturas das eleições foi o “não é não” de Luís Montenegro a André Ventura. Esta frase popularizou-se porque, durante toda a campanha e nos dias que seguiram o sufrágio, o líder do Chega insistiu em encostar-se à Aliança Democrática (AD) para governar o país. Mas Montenegro sempre negou tal possibilidade, lembrando, insistentemente, a Ventura que não é não. Um ano passou
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