Sem ter uma resposta, tenho uma reflexão com base na empatia que julgo ser condição necessária de um investigador que ousa entrar no universo dos adolescentes, como foi o meu caso: é necessário empoderar os jovens, dar-lhes mais voz, não os infantilizar nem paternalizar
https://expresso.pt/geracao-e/2025-03-29-adolescencia-mais-do-que-uma-serie-uma-ferida-aberta-que-nao-cicatriza-048a85ff