Tal como no aborto, esta questão deve ficar apenas na consciência individual de de cada mulher. É a Joana ou a Maria, não a Mulher abstrata, quem tem de decidir se avança ou não com o processo incrivelmente doloroso que é a denúncia de uma violação.
https://expresso.pt/opiniao/2025-04-08-ha-uma-razao-para-a-violacao-nao-ser-um-crime-publico-903a7ff1