<p style="margin-bottom:11px">Alexandra Leitão começa por argumentar que uma averiguação preventiva devia ser um procedimento “totalmente sigiloso”.</p> <p>“No momento em que deixa de ser sigiloso, todo o seu propósito, a ideia de não criar uma suspeição sobre a pessoa que está a ser investigada, gorou-se”, afirma a comentadora.
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