Aos 60 anos, Ricardo Carriço gosta da imagem que o espelho lhe devolve. Mas gosta, sobretudo, de estar vivo, de amar e de fazer o que lhe dá prazer. Mais afastado da televisão, mas sempre disponível, tem-se dedicado mais à pintura e ao teatro. Recusa o papel de "enfant terrible" e fala da importância do mediatismo para ajudar a melhorar a sociedade.
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