“Isto não é o Bangladesh (mas parece)” e “Sorria, estamos a ser substituídos”, lia-se no stand do Chega na Futurália. Os que atacam conteúdos escolares alinhados com valores constitucionais aceitam a exposição de adolescentes à violação desses valores, apresentando grupos humanos como ameaça.
https://expresso.pt/opiniao/2026-03-18-o-futuro-na-futuralia-primeiro-estranha-se-depois-banaliza-se-a555eb46