É “resolvendo os problemas, e não demitindo-me”, que a ministra da Saúde diz assumir a responsabilidade política pelo caso da grávida atendida em cinco unidades hospitalares em 13 dias, referindo queixas de fortes dores, e que perdeu o bebé após o parto, realizado na Unidade Local de Saúde de Santa Maria, em Lisboa, em 22 junho.
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